terça-feira, 27 de maio de 2008

[ WELCOME TO LONDON ]

Bom.. me desculpem a ausência, mas foi por um bom motivo. Eu estava viajando para adquirir mais informações para esse blog.

Fiquei num albergue muito bom. Não custou caro. Vale a pena ficar em albergues em Londres.
O albergue ficava há 3 quadras das estação de metrô de LAMBETH NORTH (Linha BAKERLOO).
Eu desembarquei no London Heathrow. É bem fácil ir de metrô para qualquer lugar, mas tem um detalhe... custa caro e também, assim como Paris, é dividido por zonas.
Quando compra o bilhete, tem que escolher pra qual zona você vai. Se precisar atravessar de uma pra outra, o bilhete custa em torno de £4,50.
Uma opção mais barata, é o Oystercard. O cartão recarregável, mas que a passagem sai mais barata.
Quando entra no metrô passa ele no leitor, ele debita £1,20, e quando você sai, passa ele de novo. Se você trocou de área, ele debita mais £1,30, somando £2,50. Por isso, eu disse que é mais barato.

Eu cheguei no albergue, paguei, conheci o lugar. As portas são todas com senhas, tipo cofres.
Entrei no quarto, tinha uma menina dormindo. Ela já me falou "oi". Ficamos conversando um pouco. Era a Gwen. Americana, Texicana. Ela falou que ia sair com um amigo a noite, o Lee, e me chamou pra ir junto.
Era meu aniversário (14 de março), fomos jantar no Planet Hollywood, depois fomos em um pub.
O Lee é indiano, mas mora em Londres há muito tempo. Me deu uma dica logo de cara: NEVER TRUST IN PAKISTANESES. hehehehehehe Perguntei se tinha alguma coisa a ver com a briga de povos deles, ele falou que não, que são sacanas mesmo.


No pub, bebemos vodka com red bull. Servem de jarras. Paraíso! Dançamos um pouco, mas à meia-noite, eles lacram o bar e a máquina de chopp com plástico filme e não servem mais bebidas alcoólicas. Bem, até aí, o povo já está tri-doido. E as 2h da manhã, acendem as luzes, tipo: "VÃO EMBORA".
Primeira dica de Londres: O Lee disse para NUNCA deixar o copo "dando sopa". Tem muita gente sacana que coloca drogas no teu copo e depois te 'sequestra', tipo um "boa noite cinderella".
A maioria das danceterias em Londres são assim, segundo o Lee. Só aquelas mais caras e tals que ficam até mais tarde.


Eu e a Gwen voltamos para o albergue de... charrete! HAHAHAHA Muito engraçado. Mas é de bicicleta. O tio cobrou £20 para fazer o percurso. Um super, hiper vento na cara, mas não dá nada. De taxi, o mesmo percurso custava £50.

No dia seguinte, um sábado, resolvemos ir cedo ao Madame Tussaud, o museu de cera. Olha... MUITO BOM, VIU?
DICA: compre o ingresso do Madame Tussaud em conjunto com o da London Eye. Dependendo da época, vai sair mais barato (como tudo na Europa, alta temporada é mais caro)

O museu é muito bom. Fica na Marylebone Road. É perto do museu Sherlock Holmes.





Mais uma dica: não deixem de passar pela camara do terror no final do Madame Tussaud... ahahahhaha Eu e a Gwen nunca corremos tanto. Imagine uma noite do terror do Playcenter. Sim, quase igual. Instrução logo na porta: DON'T TOUCH US, WE WON'T TOUCH YOU.

Saindo do museu, aproveitamos e fomos para o St. James's Park, atravessando e saindo direto no Palácio de Buckingham.
NOTA: Para que não sabe dessa curiosidade, para saber se a Rainha está 'em casa', basta observar se a bandeira está completamente hasteada. Se estiver, fique feliz, pois a Rainha pode estar te olhando da janela, a não ser que seja hora do "five o'clock tea" dela, se não, a Rainha deve ter saído para um passeio nas ruas de Londres



Como era completamente caminho, já passamos pelo Parlamento e pelo Big Ben só pra dar uma olhadinha...


Depois voltamos para o albergue. Ela tinha marcado com uns amigos e eu também tinha marcado com outros amigos, brasileiros.
Fomos em uma "balada" brasileira. Forró, sertanejo, pagode, sinuca e... BRASILEIROS. Se tinha algum Londoner lá, era curioso, mas aparentemente não tinha não.
Como saímos de lá mais de 3h, passamos no Mcdonald's e eu dormi na casa desses meus amigos, porque era longe pra eles me levarem e não tinha como ir de metrô.


Próximo post: continuação de Londres.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

[ Paris... ]

Continuando por Paris...

Fui visitar a Catedral de Notre Dame. É linda! Vale muito a pena ir.
Não se paga nada para entrar. Só se quiser subir no alto da torre dos sinos. Como no dia que eu fui estava garoando e muito vento, optei por não subir.
Tem diversas placas dizendo que não pode tirar foto com flash, mas sabe como é turista. Então eu reforço: RESPEITEM AS OBRAS, DESLIGUEM OS FLASHS DAS MÁQUINAS.
Todas as minhas fotos de Notre Dame foram feitas sem flash. Ficaram perfeitas. A iluminação em nichos dentro da catedral já colabora para uma boa foto.


Saindo da Notre Dame, almocei comida italiana num restaurante a beira do Sena. Nada melhor, né? (risos)

Depois do almoço, andei até o Musée d'Orsay. Segundo o que me disseram, era melhor do que o Louvre, mas é que são estilos COMPLETAMENTE diferentes. Pode tirar foto lá dentro, mas em algumas salas específicas, não. Fica um segurança na porta dizendo que não pode.
Tem uma maquete MUITO legal lá. É a maquete em corte da l'Opera. Perfeita! Todos os detalhes da estrutura de palco.




Depois, janta e hotel.

No outro dia, fui no Louvre logo cedo. Hmmm... Dá até um frio na barriga quando chega de frente pra tal "pirâmide". Bom... eu não sou muito ligada a obras de arte, então, pra mim, nada muito interessante. Olhei a parte da Grécia, do Egito e logo depois fui atrás da "mulher", a Mona Lisa.
Eu já sabia que ela era sem graça, pequenininha. (risos) Ela deve ser, mais ou menos, do tamanho de uma folha de sulfite. Daí como dizem: DIFÍCIL É TIRAR FOTO. 5 CAMADAS DE VIDRO NA FRENTE DELA E MAIS UMAS 10 CAMADAS DE JAPONÊS.
Não é bem assim. Tem uma grossa camada de vidro mesmo e quando aos japoneses... é... também é verdade! Mas é melhor ficar em um dos cantos, porque de frente, a distância é grande e com máquina convencional, a foto não fica legal.




Eu devo ter ficado umas 3h dentro do Louvre. Não olhei tudo. Não tive muita paciência.
Gostei muito mais das lojinhas na saída.. HAHAHAHAHA
Aproveitei e ajustei o meu Swatch que eu tinha ganho e tinha que tirar uns gominhos da pulseira.

No meu último dia em Paris, resolvi ir até o Château de Versailles. É PERFEITO! Posso morar lá? (risos)
Esse eu andei inteiro. Meio rápido pra fugir dos japoneses turistas, com fones de tradução simultânea, mas andei tudo. Tirei várias fotos. O jardim da rainha é lindo! Não desci até o labirinto porque estava garoando e muito frio.
De Paris até o Castelo, eu fui de trem. Demorei pouco mais de uma hora pra chegar, mas é bem simples. Tem uma estação (VERSAILLES), que quando sai, é só seguir as plaquinhas. Não tem como errar.








Próxima parada: LONDRES!

Beijos

domingo, 4 de maio de 2008

[ La Tour Eiffel ]

Bom.. continuando pela França. No dia seguinte, fui na Galeries Lafayette, que fica em uma das principais Avenidas de Paris, a Bouleverd Haussmann. É uma SUPER HIPER loja de departamento. Tem tudo quanto é marca que se possa imaginar, inclusive algumas que a gente nem tem no Brasil, porque não compensaria pelo preço. E estou para dizer que por ser PARIS, as coisas ali não são caras. O único problema é ganhar em real e ter que gastar em Euro. P.S> SIM! Tem Havaianas em Paris e custam €35 cada uma. Não reclamem se o chinelo arrebentar e tiverem que pagar R$16 ou R$17.


Nesse dia, eu, tentando chegar até a L'Opera, me perdi! Isso porque a Galeries Lafayette fica também na Arroundissement 9, a mesma da L'Opera. Mas como diz a pessoa que estava comigo: "Se é pra se perder, QUE SEJA EM PARIS!". E isso é certo. Mesmo perdido, não tem como entrar em desespero, não tem como ter medo. Resolvi ir até a Torre nesse dia, o dia estava meio ruim, mas mesmo assim, achei que seria legal. Como eu não conseguiria ir andando, peguei um metrô. Desci na estação de La Concorde, linha lilás. Saí pelo lado direito e seguindo enfrente, lá estava o Trocadero. Quando começa a entrar lá, dá pra ver aos poucos a Torre Eiffel. É por etapa. Ela vai aparecendo, aparecendo... daí você chega no topo de uma escadinha com uns 5 degraus e... LÁ ESTÁ A BONITONA! Torre Eiffel 'just in front of you'. Ali é o lugar que tem que parar e curtir um pouco. Turistas clicando as melhores fotos, procurando os melhores ângulos e no seu pensamento só passa uma coisa: "PUTZ! ESTOU EM PARIS". Para ser BEEMMM sincera, a Torre não é uma coisa que dá pra falar que é perfeita ou é isso, ou aquilo. É simplesmente A TORRE EIFFEL. Acho que por isso que achei ela tão sem graça (risos). Depois de clicar algumas várias fotos, desci pelas laterais do Trocadero e fui tirando algumas fotos diferentes da Torre.



A sensação quando chega à beira do Rio Sena é outra, completamente diferente daquela de lá de cima do Trocadero. É algo como: "E não é que esse negócio é grande mesmo???!". É bem difícil dali da calçada, com uma máquina convencional, tirar foto da Torre inteira. GIGANTE! LINDA! PERFEITA! UMA OBRA DE ARTE! UH LA LA! (risos) Quando você pára debaixo da Torre, aí sim, não tem explicação. Não tem como tirar foto e não dá pra saber pra onde olhar.

DICA: SE FOREM À TORRE EIFFEL, CUIDADO! ALGUMAS MULHERES INDIANAS PEDEM INFORMAÇÃO EM INGLÊS OU ESPANHOL, DEPENDENDO DA LÍNGUA QUE VOCÊ FALA, (E ELAS PERGUNTAM) E ENQUANTO UMA ESTÁ TE PERGUNTANDO ALGUMA COISA, A OUTRA VEM E PEGA COISAS DE BOLSAS OU DE BOLSOS. INDIANOS TEM AS MÃOS MUITO LEVES. EM PARIS, PRA VOCÊ SER ASSALTADO A MÃO ARMADA, VOCÊ TEM QUE TER MUITA "SORTE", VIU? PORQUE NÃO EXISTE ISSO (RISOS). ENTÃO, TOME CUIDADO EM PONTOS TURÍSTICOS, PORQUE ROUBOS SÃO MUITO COMUNS. UMA MULHER DESSA CHEGOU PRA ME PERGUNTAR EM INGLÊS, EU RESPONDI COM O MEU ALEMÃO 'KAPUTT', E ELA SAIU ANDANDO. ¬¬

A noite, jantei no CAFE DE LA PAIX, enfrente a L'Opera. Restaurante MARAVILHOSO. Um Faux Filet e um vinho. Hummm... muito bom!



quinta-feira, 1 de maio de 2008

[ A França... Ahhh! A França!!! ]

Bom.. primeiro post de verdade e eu vou começar bem do começo de tudo.
Coloquei os pés em continente europeu no dia 01/03. Aliás, quando comprei a passagem, um amigo meu me disse: "MARI.. TE ENGANARAAAMM!! 29 de fevereiro não existe".. rsrsrs Só vou completar 1 ano de viagem daqui 4 anos!

Logo que cheguei, fiquei uma semana na Alemanha. Uma cidadezinha pequena onde minha prima mora com o marido e os filhos. A cidade chama Schwebheim. É um vilarejo dentro de Schweinfurt e fica na região da Bavária. A cidade conhecida mais próxima é Nürnberg (Nuremberg).
Schweinfurt é uma cidade industrial. Aqui tem a SKF, a Sachs e a FAG.
No domingo seguinte, fui pra França.
*Suspiro* A França!

OBS: Verifique SEMPRE o preço de trem e as distâncias. Eu tinha comprado uma passagem de avião de Bremen para o aeroporto de Paris Beauvais. Paguei €17. A famosa passagem LOW COST. De última hora, descobri que gastaria €60 e 6h de trem até Bremen e de Paris Beauvais até o centro de Paris, gastaria 1h30 de ônibus, e este custaria mais €25. Depois acabei 'perdendo' esses €17 e peguei um trem direto de Schweinfurt (Schweinfurt Hauptbahnhof) para Paris (Gare de l'Est) por €59. Tudo bem que o trem saía as 5h30, mas é só uma vez na vida, né?

Antes de tudo. ALMOÇO! Em um restaurante bem simples, mas uma delícia. Não me lembro o nome. Comecei com lasanha e vinho.
Primeiro passeio, com chuva e tudo, CHAMPS ELYSÉES.
Passando pela loja da Disney, Fnac, Nike, Orange, Louis Vuitton.
Caminhei a Champs Elysées inteira até chegar no Arco do Triunfo. Fui pelo lado direito e voltei pelo lado esquerdo, mas já saindo dali, na tentativa de chegar à sétima arroundissement para ver a Torre Eiffel.



Paris é confuso. Estou colocando logo abaixo o mapa das Arrondissements de Paris. São as regiões. Na placa da Champs Elysées tem em cima um "8 arrt". Todas as ruas tem, indicando a região. Me parece ser em forma de espiral.




Acabei vendo só uma pontinha da torre nesse dia. Estava chovendo e eu demorei a tarde toda pra andar a Champs Elysées.
Voltei para o hotel de taxi e depois fui jantar.

Volto a postar de Paris em breve.

terça-feira, 29 de abril de 2008

Como a Mariana disse ai no Perfil, sim, estou no fim do mundo.

HAHAH e nao eh um modo de dizer, como dizem por ai, por estar longe. Aqui onde estou {e considerado a cidade do Fim do Mundo. Por que?

Porque é a cidade mais austral do mundo. Nao existe mais nenhuma outra cidade abaixo daqui, somente a Antartida.

E por que estou aqui? É uma vontade desde crianca, conhecer esse lugar.

Depois de anos, conheci e se vale a pena?

Vamos ver:

Ver uma paisagem de um lugar cercado de montanhas.

Ver lobos marinhos e focas de perto.

Andar sobre a neve.

Andar 1:30 e ver uma lagoa verde, rodeada de montanhas com neve.

Conhecer novas pessoas.

Fazer novos amigos.

e estar em contato 24 horas por dia com a Natureza.

Vale a pena sim.

Se um dia tiverem possibilidades, conhecam Ushuaia, o Fim do Mundo.

Em breve postarei fotos.



Rodolfo.


Início do início

Sabe que há quase 1 mês de voltar pra casa, eu estava pensando em alguns momentos que passaram e também em algumas coisas que li ontem.
Por exemplo: Antes de viajar, os parentes disseram que sou louca de viajar sozinha. E ontem, eu li uma coisa: "Nunca estamos sozinho. SEMPRE tem os anjos de viagem que aparecem quando a gente mais precisa". E alguns me apareceram nessa minha viagem. Seja em Londres ou na Itália, ou ainda, na França. Logo que cheguei na Alemanha, sem me familiarizar muito como o sotaque 'Bavário', apareceu um anjo. Brasileira, casada com um Alemão. Me ajudou no aeroporto e tudo. Por isso eu digo. A gente aprende. Do mesmo jeito que aprende a se virar, aprende a fazer amizades. É inconsciente, mas são amizades necessárias e verdadeiras. Amizades de viagens a gente leva pra sempre. Como disse a Marcella Centofanti, em seu blog: "As amizades são as bagagens mais preciosas que carregamos de volta pra casa".
Em Londres, a americana, Gwen, o indiano, Lee, os brasileiros Fernando, Gi e Fagner, os meus queridos gaúchos: Alexandre, Romulo, Capitanio, Coser, Fernando e todos os outros que fiquei só algumas horas, então não lembro o nome.
Na Itália, além dos gaúchos já conhecidos, mais alguns que não foram para Londres (Fantin, Bindas...).
Mesmo na Alemanha. A casa é de parentes, mas tem o americano, Daniel, os vizinhos alemães, as brasileiras casadas com alemães, as crianças, tudo. Sempre assim!
Ainda falta Füssen, Garmisch Partenkirchen, Salzburg e Wien. Tenho certeza que encontrarei vários outros anjos lá.
Do mesmo jeito que têm momentos agradáveis (viagens, paisagens, amigos), tem momentos ruins (não poder gastar todo o dinheiro que se quer, rsrsrs), apreensivos (esperando o vôo), momentos de medo de nada dar certo (antes de embarcar), momentos de insegurança (esperando a polícia da imigração).
O que diziam da imigração inglesa, realmente me deixou bem apreensiva: brasileira, com passaporte quase em branco e um detalhe: esqueci de trocar as libras, então só tinha euros. Se me pedissem para ver o meu dinheiro na imigração, certeza que eu estaria com problemas.
*Na fila esperando, vários indianos, americanos... tudo quanto é nacionalidade*
O Oficial me fez 5 perguntas: "De onde está vindo? Quanto tempo ficou? Fazendo o que? Quanto tempo vai ficar aqui? Fazendo o que?"
(Ele poderia ter economizado a primeira pergunta se tivesse olhado meu boarding pass que estava no meio do meu passaporte ¬¬).
Eu estava com uma colombiana. A Carol. O amigo 'londoner' dela buscaria ela lá no aeroporto. Claro que aproveitei a carona pra entender um pouco do metrô londrino. Por isso eu digo... SÃO ANJOS!

Algumas pessoas me disseram que eu ando mais quieta. Sim. Quando a gente viaja sozinha, a gente passa a pensar mais e falar menos. Conhecer a nós mesmos, pensar e agir com o nosso eu interior. Passar 3 meses, praticamente, all by myself, dá pra aprender e entender muita coisa. Acho que ainda assim é pouco tempo, porém já é alguma coisa. É um tempo importante.

Se tiverem a oportunidade, viagem, aproveitem cada segundo. Passa muito rápido.Tire esse tempo pra você. Você é a coisa mais preciosa. Conheça-se! Quando a gente se conhece, a gente vive muito melhor.

Herzliche Glückwünsche,

Mariana